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33 anos de Britney Spears

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Britney Spears

Hoje é aniversário da nossa musa Britney Spears, e para não deixar de lembrar essa data tão importante para nós, fãs do pop, vamos eleger as 33 músicas mais amadas por nós. Veja a lista que preparamos e diga qual música da princesa do pop você mais gosta!

33. Perfume
32. I’m Not a Girl, Not Yet a Woman
31. Til It’s Gone
30. My Prerogative
29. Inside Out
28. Passenger
27. Born to Make You Happy
26. Sometimes
25. (You Drive Me) Crazy
24. Body Ache
23. 3
22. Alien
21. If U Seek Amy
20. Break the Ice
19. Radar
18. Lucky
17. Criminal
16. Stronger
15. Breathe On Me
14. Everytime
13. Hold It Against Me
12. Circus
11. Overprotected

10. I Wanna Go


Como não amar esse banho de recalque que a Britney dá em I Wanna Go? A mulher sai desprezando a imprensa, sendo uma garota má e pervertida na rua e no final.. bom.. deixa pra lá.

9. Womanizer


Cansada dos mulherengos de plantão, Britney sensualiza de todas as maneiras que pode. E claro, no refrão ela ainda diz que “Ama a Naza” (Nazaré Tedesco). Bom, a gente também! <3

8. Piece of Me


Segundo clipe da era Blackout veio com uma pergunta: Você quer um pedaço de mim? Claro que queremos Brit. Todos querem!!!

7. I’m a Slave 4 U


Sexy, provocativo e muito caloroso. I’m A Slave 4 u define a etapa em que Britney deixa de ser uma menina boba e inocente. Com uma fotografia linda e coreografia épica, nunca enjoo desse clipe.

6. …Baby One More Time


O ínicio de tudo. O ínicio de uma nova vida! O hino que nunca saiu de moda e que vem inspirando muitas gerações.

5. Oops!…I Did It Again


Oops! consolidou o sucesso de Britney e a deixou num status que nenhum outro artista havia estado. O clipe em um planeta todinho dela nos faz querer sempre ser “aquela inocente”.

4. Till the World Ends


Iremos dançar Britney Spers até o mundo acabar.

3. Work B**ch


Você quer um corpo sarado? Morar numa mansão? Andar de carrão? Vai trabalhar, v*dia!

2. Gimme More


E ainda precisa dizer mais alguma coisa?

1. Toxic


Eleita a preferida da maioria dos fãs, Toxic veio como um poder todo sensual. Do clipe a música, Britney está impecável e nos tirando o fôlego.

Parabéns Britney!!

Esperamos que tenha uma vida longa para que as inimigas vejam o quanto você é incrível! Te amamos e por favor, não suma de nós. Um beijo!

No iPod: Tokio Hotel – Love Who Love You Back

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Para quem não sabe, Tokio Hotel é uma banda com origem alemã e que ficou muito famosa em meados de 2007 com seu rock alternativo e que chamava a atenção pela imagem andrógina de seu vocalista, Bill Kaulitz. Em 2009, a banda foi afinando seu estilo, e lançando posteriormente o álbum “Humanoid” com referências eletrônicas e com um som pouco diferente do antecessor, mas contudo foi um grande sucesso.

Depois de cinco anos sem lançar um álbum de estudio, o Tokio Hotel volta com tudo em um álbum que grita novidade. A real prova é o single “Love Who Love You Back” que apesar de ter sido lançado em setembro, só fui ouvir agora e claro, estou vi-ci-a-do! Primeiramente porque a pegada da música é toda retro com elementos oitentistas e ao mesmo tempo futurísticas. Com a produção assinada pelo time Rock Mafia, “Love” é uma faixa em que diz de fato, para amar quem te ama.

Adorei a pegada da música e o clipe é um tanto quanto sexy. Vejam!

Review: La Roux – Trouble In Paradise

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Tropicaliente, Elly Jackson segue em frente e acalma nossa euforia com uma viagem no tempo, que ainda não fizemos.

La Roux
Nota: 5,0

    Artista: La Roux

    Álbum: Trouble In Paradise

    Gênero: Pop

Quando se fala em La Roux, o que vem na sua mente? Bom, na minha vem a imagem de Elly Jackson com um topete ruivo e rígido em um cenário futurístico e cheio de cores pastéis cantando a frenética “Bulletproof”. Foi assim que conheci o (até então) duo inglês que não demorou muito e dominou todo o universo indie underground, fazendo de seu primeiro álbum um sucesso entre os mais descolados. Com tal sucesso, o La Roux ganhou espaço na cena mainstream e aí foi um abraço. Todo mundo cantava loucamente os hits “I’m Not Your Toy” e “In For The Kill”.

Problemas pessoais, shows cancelados e incompatibilidade criativa fizeram com que o duo entrasse em conflito. O La Roux se separou e Elly decidiu continuar com o nome e seguir um novo horizonte musical. Cansada da batida oitentista e sintética de suas músicas, ela decidiu se inspirar em algo que lembrasse um ritmo quente e sensual, e ao mesmo tempo que se mantesse calmo e intenso. E digo que sim! Após cinco anos sem gravar material inédito, Elly conseguiu e estamos aficionados por tal trabalho.

“Trouble In Paradise” é aquele álbum que 2014 estava precisando para respirar. Em meio a essa onda pop e rnb que tomou todo nosso cenário musical, era improvável que La Roux voltaria e nos presentearia com músicas que fazem a imaginação percorrer lugares inéditos. Não brinco, a musicalidade trazida no novo cd é peculiar e inteligente. Saindo do meio retro-eletrônico, Elly busca sua paz nos gêneros tropicais e latinos dos anos 70 e no início da era disco. Prova real disso que a maioria das canções você pode perceber uma guitarra destoada a la David Bowie que encanta e faz com que a batida lenta da bateria se sobresaia sobre todo o gingado formado pelo new wave.

Com um tracklist de nove faixas, “Trouble in Paradise” parece ser uma miséria de conteúdo enquanto outros artistas se vangloriam de lançar seus álbuns contendo no mínimo vinte músicas. Mas de verdade, sou do time em que o que vale é a qualidade, quantidade nem tanto. E vamos combinar que com apenas nove músicas, esse álbum é uma abundância de qualidade.

Começa com um bloco incrível contendo “Uptight Downtown”, “Kiss And Not Tell” e a direta “Cruel Sexuality” que vão te fazer dançar tranqüilo e sem precisar bater o cabelo. Bem discreto.. sendo sexy sem ser vulgar. Seguindo a linha apresentada acima, as três são trabalhadas com new wave com destaque na tropicalidade dos anos 70. Ouça (e assista ao clipe de) “Kiss And Not Tell”.


Quando começa “Paradise Is You” você pode esquecer a sensualidade das anteriores e se jogar numa declaração de amor envolvente e que vai te fazer cantar e chorar junto. Até que a bateria novamente toma espaço, trazendo “Sexotheque” e “Tropical Chancer ” que ambas são latinas tropicais, e lembra um oásis no havaí, com palmeiras fazendo sombra na areia e cores, muitas cores, assim como na capa do álbum.

A viagem com drinks e paetês não dura muito, pois “Silent Partner” traz a influência de Michael Jackson, David Bowie e Grace Jones em uma música só. Inusitado e possível, Elly flerta num refrão oitentista chiclete e pedindo silêncio com um bate estaca bem suave no background.

Mas a cereja do bolo vem mesmo em “Let Me Down Gently” quando o álbum se tranforma em uma mistura do folk com o pop contemporâneo e com quase três minutos de música corridos, “Let Me Down Gently” acontece e mostra a que veio. BOOM. A música explode em um synthpop maravilhoso e continua com o título de melhor faixa do “Trouble”.


Depois de ser extasiado com “Let Me Down Gently”, nada mais justo que fechar a conta e lacrar com chave de ouro. “The Feeling” é áquela música que parece que veio de algum clube dos anos 80. Cheia de energia e com uma letra onde Elly diz que tem o sentimento que a pessoa estará a esperando, pois ambos tem o sentimento de se amarem. Encerra aqui o álbum e já corremos para ouvir tudo novamente.

– – – –
Concluindo, todo o tempo de espera valeu a pena. Quando Elly cantou algumas músicas do novo álbum em um show há um tempo atrás, todos vibraram e ficamos com gostinho de quero mais. Fui um dos que queria a música em alta qualidade em minha casa no mesmo minuto. O que não aconteceu, pois só pude ouvir essa onda tropical quando o álbum foi lançado.

Achei que foi um trabalho inspirador. Fazer aquilo que quer, deve, ama e pagar o preço alto. Elly não se sentiu intimidada e nem ficou presa ao som que a consagrou e sim, foi lá e fez um som novo com referências que estavam até então, esquecidas. Deu seu toque ao gênero e o trouxe com um frescor e com uma vibe atualizada. Além da estética, Elly Jackson tomou as rédeas do La Roux e fez um trabalho de aplaudir de pé. Um álbum curto para ser degustado aos poucos e sentir a essência de cada faixa com cuidado e medida.

Fica aqui a dica, pois se esse review e a classificação de cinco estrelas não forem o suficiente para você se convencer, eu sinto muito. Para todos os efeitos, há álbuns com sonoridade “atual” que irá te agradar muitíssimo. Basta clicar aqui e se agradar com algum.

A Rhythm Nation de Janet Jackson

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Janet Jackson

O ano era 1989 e Janet Jackson lançava uma relíquia intitulada ‘Janet Jackson’s Rhythm Nation 1814’. Eu me lembro da primeira vez que escutei o álbum, e pensei: “o que é isso?”. As melodias eram completamente diferentes do que eu já tinha ouvido, pareciam remixes com batidas fortes e alguns vocais distorcidos. Sensacional!

Todo esse som era uma mistura do new jack swing com o R&B, que mais tarde se popularizaria com o disco Dangerous, do seu irmão, Michael Jackson. As letras – na primeira parte do álbum – falam principalmente sobre injustiças sociais. Racismo e até capitalismo são tratados e colocados de uma forma para que todos possam compreender (alguns exemplos: Rhythm Nation, State Of The World e The Knowledge). Já na segunda parte quando Janet diz: “Get the point? Good, let’s dance!”, você sabe que não conseguirá ficar parado (Miss You Much, Alright e Black Cat exemplificam isso)! E para fechar com chave de ouro, somos presentados com três lindas baladas: Lonely, Come Back To Me e Someday Is Tonight. Inclusive Come Back To Me fez muito sucesso no Brasil.

Uma música em especial, Escapade, merece uma atenção maior. É a melhor música do álbum, e com certeza uma das melhores da carreira da cantora. Ela contém sintetizadores bem sonorizados e uma letra fofinha.

O sucesso de Rhythm foi tão grande, que ele foi considerado o álbum do ano, colocando sete músicas no top 5 da Billboard, e vendendo mais de 15 milhões de cópias mundialmente.

Se você está à procura de um bom som, lhe recomendo este CD. Cada música é única, valendo a pena rodar pelas vinte faixas!

E como Janet bem diz: ‘Nós fazemos parte da NAÇÃO DO RITMO’!


Janet Jackson’s Rhythm Nation 1814 (1989)
1. “Interlude: Pledge”
2. “Rhythm Nation”
3. “Interlude: T.V.”
4. “State of the World”
5. “Interlude: Race”
6. “The Knowledge”
7. “Interlude: Let’s Dance”
8. “Miss You Much”
9. “Interlude: Come Back”
10. “Love Will Never Do (Without You)”
11. “Livin’ in a World (They Didn’t Make)”
12. “Alright”
13. “Interlude: Hey Baby”
14. “Escapade”
15. “Interlude: No Acid”
16. “Black Cat”
17. “Lonely ”
18. “Come Back to Me”
19. “Someday Is Tonight”
20. “Interlude: Livin’…In Complete Darkness”

Carlos Paranhos
Um futuro jornalista de 18 anos. Pisciano fascinado por cinema, música, e arte pop em geral. Tentando ser a mudança que quero ver no mundo.

#TGIF: cinco melhores da semana I

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Todo mundo curte bastante as músicas novas que posto aqui e me pedem muito no twitter para apresentar mais e mais.
Daí como toda semana estou com novidades, resolvi reunir as cinco melhores e postar na sexta, para que todos ouçam e dêem aquele gás no fim de semana. Não irei por os links para download, mas nada que uma googleada básica não resolva né?

Espero que gostem das minhas sugestões.

Kelis está voltando e liberou a faixa Jerk Ribs para download gratuito no seu site. E claro, que ela a música é divina!! É suave e cheia de gingado.


Katy B está com seu cd prontinho e esperando a data pra lançar, mas enquanto isso a Crying for No Reason está sendo repetida várias vezes no meu player. Começa midtempo romântica e aos poucos se torna uma batida eletrica.


Love Only Leaves You Lonely da já conhecida Paloma Faith marca presença por sua voz calma e marcante, as vezes até penso que é a Duffy, e devo destacar o refrão. Para os amantes do soul, essa faixa vai chegar no coração.


Kylie Minogue mudou de gravadora e assinou com Jay-Z, mas a musicalidade da loira continua dançante e do jeitinho que a gente adora. Into the Blue tem a pegada que Kylie chamou de sua e embalada por um piano faz a gente dançar bem calminho. O clipe ainda não foi lançado, mas o lyric video é lindo!!


Para finalizar o post, fecho com Colbie Caillat< que deixou a vibe surf e veio pro pop rasgando tudo com Hold On que é pra mim, a melhor dela. O refrãozinho chiclete faz a música ter algo diferente, apesar de ser um pop que a gente ouviu muito. O clipe também é muito legal.


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