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Eis aqui algumas informações para você saber antes de viciar numa música:

1. Não é pop. Não é rock.
2. É um hip hop dançante.
3. Tem uma batida envolvente e diferente.
4. Conta com o feat maravilhoso da Charlie XCX.
5. Refrão chiclete: check!
6. A música fala sobre o glamour de ser uma garota extravagante.
7. Fancy tem um clipe incrível inspirado no filme “As Patricinhas de Beverly Hills”
8. O clipe trouxe outra cara a música, isso é fato!
9. Se você não conhece, vai viciar.
10. Se já conhece, vai querer ouvir de novo.

I-G-G-Y!

Iggy Azalea é uma das rappers mais lindas e que não fazem questão de serem machonas e metidas a falar mal dos outros. Ela chega queitinha e já está conquistando seu espaçinho. Estou ansioso pelo o novo álbum.
E aí? Curtiram?



Paris Hilton

A vida de Paris Hilton deve ser muito chata e monótona né? A loira já foi modelo, atriz, escritora, cantora, presa, estilista e agora anda atacando de dj. Como dinheiro não é problema para ela, Paris tava cansada de viver nos shoppings e tratou logo de ressucitar a sua carreira de cantora. Como alguns sabem, a socialite já lançou um álbum que apesar de não ser relevante, adoramos e já até postamos aqui no blog, porém o sucessor de “Paris” promete ser feito para as baladas e pista de dança sendo todo trabalhado na house music.

Good Time, foi escolhido como primeiro single e o clipe já circula na net. A música foi escrita pela própria Paris Hilton e conta com o feat. (indispensável) de Lil Wayne. A música foi produzida por Afrojack, que é um dos produtores de Pitbull. Com apelo eletrônico, a patricinha não pensou duas vezes em botar um feat médio com um produtor bacana para seu single de retorno.

Apesar do arranjo soar perfeito, a voz de Paris não tem presença e não se destaca em momento algum. Good Time tem uma batida que nos anima porém a letra não é nada demais que lixo. Paris só quer curtir esse momento com muita festa e badalação. O clipe não podia ser diferente da música…

Vou considerar essa música chiclete: sem conteúdo e gruda na cabeça. Eu estou ouvindo a música há bastante tempo, e acho o que me hipnotiza é essa voz despretensiosa da Paris não querendo ser Mariah, e sim, ela mesma. E o clipe é bem bonito, lembra bem o verão e quem não gosta de ver a loira só de biquini sensualizando na piscina com seus “amigos”?

Agora vamos esperar e ver se esse cd sai ou não sai… porque se depender de $$, a gente sabe que esse álbum será #1.



Diana Vickers

Da atualidade, Diana Vickers é a cantora britânica que mais gosto. Desde que a conheci em meados de 2010 não larguei mais. O pop doce e meigo de Vickers me conquistou de tal maneira que não consigo contar quantas vezes ouvi seu álbum de estréia, Songs from the Tainted Cherry Tree e todos as músicas vazadas desde então.

Para vocês entenderem, Diana participou do X Factor, e apesar da popularidade não venceu a temporada, mas se saiu bem, pois assinou contrato com a RCA e lançou seu álbum. Porém, ela se sentiu bastante pressionada e quebrou o contrato com sua gravadora pois dizia gerar conflito de idéias. Independente, ela foi contratada por uma gravadora menor, mas que deu seu devido valor e total controle das músicas. Com tudo nos conforme, Diana gravou e estará lançando daqui uns dias seu segundo álbum, Music To Make Boys Cry, que também é o nome da música que quero que vocês ouçam hoje!

Music To Make Boys Cry não é tão nova para os fãs, até porque a própria Diana já havia liberado para audição em 2011 e eu cheguei a postar sobre ela no dia, mas só “agora” que ela vai ser realmente lançada como single e já conta com um vídeo fofo. Vejam:

Diana Vickers é assim! Toda menininha, fofa, serelepe e docinha.. não tem como não se apaixonar, né? A música é uma graçinha e quando a coloco para tocar, fica no repeat por horas. Impossivel enjooar. Caso não a conheçam ainda, fica a dica! Em breve o álbum será lançado e iremos postar aqui.

O primeiro single do álbum foi Cinderella, que também segue a linha pop mas porém com uma batida mais retro. Tem um refrão grudento e impossível ficar parado ouvindo. Ótima para quem ama britpop.



Ai você acorda numa terça feira fria, liga o computador e Avril Lavigne é uma caçadora de recompensas de botequim que vai atrás de um poderoso (cof.. cof…) inimigo. No meio da caçada, vê o cachorro motorista morrer, beija mulher, toca guitarra e por aí vai… Forçado né? Mas quem liga?? É um clipe da Avril e não tem pretensão nenhuma de conceitos (tipo Applause).

Avrilzinha sempre fez parte da minha adolescência e desde então eu sempre curti as músicas dela. Eu cresci, enquanto ela continuou desse jeito e parou no tempo. Ora cantava músicas rebeldes e ora músicas de fossa juvenil. Sempre com clipes que ou eram engraçadinhos ou eram tristes demais. Mas essa é a Avril que entra ou sai cd e continua a mesma. Pelo menos para mim.

Rock N Roll é o segundo single do seu novo álbum, que leva o seu nome e será lançado dia 24 de setembro e conta com colaborações de Marilyn Mansone de Chad Kroeger, seu marido e vocalista do Nickelback. A música foi produzida por Max Martin que é o hitmaker da atualidade e que vamos combinar: ele tem o midas touch, porque tudo que ele põe a mão hita e é sempre fabuloso! E com Rock N Roll não poderia ser diferente. A faixa gerou muita polêmica, pois se dizia ROCK e é uma faixa POP, mas os ignorantes de plantão não entendiam que o contexto de Rock N Roll na música se refere a um estilo de vida e não gênero de música. Ouça e veja o clipe da música:

No clipe Avril usa muitas referências engraçadinhas e pra mim as maiores delas foram essas aqui:


- Tchu Tchul Rock and Roll!!!!!! (quem lembra?)



Para quem é novo, Mutya Keisha Siobhan são apenas nomes estranhos na balada, mas pra galerinha oldschool Mutya Keisha Siobhan significa Sugababes.

Bom, quando se fala em girlgroups a gente sempre se lembra de Spice Girls, as percursoras de uma era picante e atrevida na história da música pop. Mas logo mais vieram as Sugababes, que contava com as inglesas Mutya Buena, Keisha Buchanan e Siobhán Donaghy. Elas eram sucesso no Reino Unido e atingiram bom desempenho com as músicas Overload, Run for Cover e New Year. Mas como todo grupo, o Suga não resistiu a muito tempo e logo Siobhan deu no pé querendo seguir carreira na moda. Heidi Range entrou no lugar e o barco seguiu. O sucesso foi estrondoso lá pela terra da rainha, mas também não durou muito pois Mutya ficou doente e teve que dar goodbye ao sonho pop. Outras formações do Sugababes foram colocadas a prova, mas nenhuma rendeu tanto como a inicial e desde então o nome do grupo beirou o fim, flopando até não poder mais. Triste fim? Que nada! O grupo continua em hiato mas MKS chegou.

Em 2012 as integrantes da formação inicial decidiram se juntar novamente para voltar, mas a antiga gravadora tem os direitos autorais do nome Sugababes e não quiseram o liberar para o trio. Pensando que iriam desistir, as meninas foram ousadas e se lançaram como Mutya Keisha Siobhan, que digamos tem muito mais impacto e soa novo ao invés de renovado.

O grupo chegou de fininho e com um “comeback” espetacular e vamos combinar que todo mundo ficou ouriçado quando disseram que essas três estavam junto novamente. E não demorou muito e a faixa Lay Down In Swimming Pools foi postada no soundcloud do produtor das moças e não agradou tanto quando deveria. Mas não foi por menos e Flatline foi postada e tomou conta da atmosfera toda e a gente só respirava essa música. Flatline virou o hit entre os fãs e não fãs do grupo.

A sonoridade não é tão alegre, porém é dramatica e impactante. O som oitentista da bateria predomina e faz juz a batida retrô com o britpop que as meninas já exploraram bastante. Sem contar alguns elementos R&B e dá a impressão que a música sobe e desce. Sensacional. Ouça e veja o clipe da música:

Vintage demais, o clipe é simples e lindo. Ótimo para não criar muitas expectativas e manter uma vibe saudosista. Estava esperando a Lana Del Rey aparecer do nada naquele carro dela…. hahaha

Mutya Keisha Siobhan estão animadas e preparadas para retomar de onde pararam. O single será lançado o dia 1 de setembro e o topo é o mínimo que estão querendo. Mas vamos torcer para que não termine tão cedo, pois estamos órfãos de girlgroups. O álbum de estréia/comeback ainda não foi divulgado e nem sabemos se virá nesse ano, mas vamos torcer para que tenha muitas Flatline, né?

Espero que tenham gostado da música e aguardem o novo FrutoProibido.Org.
Tá 50% pronto! :)



Kat Graham

Não, a Kat Graham não fez nenhuma versão do smash hit de Anitta não. Ao contrário, ela lançou uma midtempo muito melhor, com o nome Power e tenho que falar: é muito boa e poderosa!

Enquanto o clipe não é lançado, Kat fez um lyric video para lá de sensual/sexy sem ser vulgar com seu noivo, para divulgar a faixa. Para quem segue o blog, sabe que a gente adora a Miss Graham e tudo que ela faz aprovamos. Então se você não ouviu ainda, veja o lyric video para a gente comentar a música.

Power é uma produção do duo americano The Suspex , responsáveis também pelo hit de Demi Lovato, Heart Attack. Se reparmos bem, notamos que tem quase a mesma base, principalmente nas partes “acústicas”. Tomara que Kat tenha a mesma sorte que a Demi e essa música consiga uma boa posição nos charts, assim como a sua anterior Put Your Graffiti On Me.

A cada dia que passa Kat Graham está se enraizando na música e criando seu molde. Está saindo das sombras das outras artistas e se destacando com suas músicas e clipes. Já que ela não deu sorte de estourar como algumas, o jeito é seguir o caminho até o sucesso aos poucos e se manter instável né?



Little Boots

La la la la la la… lal la la la la la la

Pois é, vai ser só o que vai ficar na sua cabeça depois de ouvir a nova (e viciante) música da sumidinha Little Boots:

Little Boots que já era boa, ficou excelente com toda essa influência disco em Headphones! Eu fiquei apaixonado desde a primeira vez que ouvi a musica e desde então não “desgrudei” mais. Estou aguardando o comeback da “Botinhas” faz tempo, e parece que desse ano não passa… (yn)

Para continuar no clima, vamos relembrar do smash hit dela?



Se não conhece o Karmin ainda, apenas dê play no vídeo logo abaixo e se apaixone:

Incrível né? Essa música é uma das minhas preferidas e até virou ringtone do meu celular. A melodia alegre e animada contagia qualquer situação. A dupla Amy Heidemann e Nick Noonan ganharam os holofotes depois de postarem vídeos caseiros na internet e conquistar a atenção de alguns famosos que deram um empurrãozinho a esse casal (até então namorados, mas agora noivos) a alcançar o sucesso.

A atmosfera vintage tomou conta de 2012 e eles fizeram disso a sua marca. Com topetes e roupas com inspire 60s, o Karmin está conquistando vários corações com suas músicas electropop e com uma pitada retrô.

Fica a minha dica pra você que está a procura de músicas novas e que vão animar seu dia.



Quem nos anos 2000 não se rendeu a onda do funk? Tal ritmo só foi crescendo e ganhando novos adeptos. Quem não gostava foi obrigado a ouvir em todos cantos tal mixagem que animava qualquer ambiente. Não demorou muito e tal genero musical foi classificado como imoral e impróprio para menores de dezoito anos.

Mas lembrando dos funks “tarja branca”, quis relembrar com vocês, um dos que mais fez sucesso naquela época, dentre tantos como Dança da Motinha, Cerol na Mão, Éguinha Pocotó e etc.


Everything is on the table

A famosa expressão The book is on the table virou inspiração para tal música, que não tinha pretensão alguma, nem mesmo uma letra inteligente. Era só objetos sobre a mesa. Assim, simples. Não demorou para colar na cabeça de todo mundo que nem chiclete. A m* estava feita.

Ninguem tem informações de quem realmente é o compositor, mas essa música faz parte da coletânea Furacão 2000. Mas o importante é relembrar mais um clássico diretamente do túnel do tempo.



Que essa semana foi corrida e passou num piscar de olhos, nem é novidade. Mas de novo o que teve foram os vídeos das queridinhas do Pedro aqui. Distintos e com áureas diferentes, os dois clipes não deixam a desejar.

Nicola Roberts – Yo-Yo
Quando fiz o review do Cinderella’s Eyes, não pude conter o quão gostei dessa música. Simples e com um pop chiclete que adoro. Quando a Nicola anunciou que Yo-Yo seria o terceiro single, quase morri. Claro que imaginei um clipe todo diferente e bem no estilo dos anteriores, mas Miss Roberts me surpreendeu e fez o mesmo que fez com a música: algo simples. Mas tem muito sofrimento, nossa. Fiquei até com dó dela, até tomar banho de roupa ela tomou. hahaha Mas nada supera ela tentando achar a roupa perfeita e ficou com aquele vestidinho e cabelão. Bem chique.

Lady GaGa – Marry The Night
Como se não bastasse dirigir o próprio videoclipe, Gaga decidiu fazer dele um curta metragem e inserir toda sua história antes da fama. Tem muito drama e parece que ela realmente exagerou um pouco, mas tudo para dar aquele peso. Ficou muito complexo e ao mesmo tempo pertubador. A edição está bagunçada e Gaga continua com a mania de mil referências que não fazem sentido ao fim das contas. Mas se peneirarmos o vídeo, vamos ter um dos melhores do ano. A transformação de Stefani Germanotta em Lady Gaga é muito interessante e apesar de tanta dificuldade que ela passou, é uma história de superação. Fico muito feliz de acompanhar a Lady Gaga desde os primórdios e a cada dia me surpreendo mais com essa artista, que tem altos e baixos, como qualquer outro.

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