O que achei de The Maze Runner – Correr ou morrer

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“Cruel é bom”

Em uma época em que distopias colocando adolescentes como protagonistas está em alta, vemos “Jogos Vorazes” chegando ao seu final e “Divergente” recém emergindo e galgando um sucesso tremendo. Porém, não é sobre nenhuma das duas que falarei hoje e sim sobre “The Maze Runner – Correr ou Morrer”, primeira parte da saga de James Dashner.

A história gira em torno de Thomas que, ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos.

Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar – chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.

Fiquei muito surpreso com o nível do filme. Com tantas distopias surgindo, era de se supor que a tentativa de uma tentar ser melhor que a outra pudesse fazer a produção cometer erros. Isso não aconteceu com “Maze Runner”. Além de uma história muito bem amarrada, os cenários do labirinto são surpreendentemente bem feitos. A qualidade gráfica gera uma vertigem gigante nas cenas de ação e os Verdugos, monstro que habitam o interior do local, são realmente bem feitos.

Ponto também para as atuações de Dylan O’Brien, como Thomas e Kaya Scodelario, como Teresa, que foram muito bem e tem tudo para se tornarem os novos queridinhos dos aficionadas por distopias, agora que “Jogos Vorazes” está dando adeus. Eles têm mesmo tudo para galgar esse sucesso.

Por fim, mas não menos importante, a história excelente foi tão bem nas bilheterias que a parte dois, “Prova de Fogo”, já foi confirmada para 17 de setembro do ano que vem e partirá de onde “Correr ou Morrer” parou, ou seja, será incrível, pois o final foi muito bom. Então, é esperar para ver.

★★★★☆

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